A esteatose hepática, também conhecida como “gordura no fígado”, é uma condição cada vez mais comum em todo o mundo. Ela ocorre quando o fígado acumula gordura, podendo ser desencadeada por fatores como obesidade, diabetes, consumo excessivo de álcool, dieta inadequada e sedentarismo. Mas também pode estar associadas a outras doenças, então a consulta no hepatologista é essencial nesses casos.
Inicialmente, a esteatose hepática pode ser assintomática, o que a torna uma doença silenciosa. No entanto, principalmente se progressão para cirrose, podem surgir sintomas como fadiga, dor abdominal, perda de apetite e mal-estar geral.
A esteatose hepática pode evoluir para quadros mais graves, como esteato-hepatite não alcoólica (NASH), que é caracterizada por inflamação e dano hepático. Sem tratamento adequado, a NASH pode progredir para fibrose, cirrose e, em casos mais graves, até câncer de fígado.
O tratamento da esteatose hepática é baseado nas causas subjacentes da doença. Mudanças no estilo de vida, como adoção de uma dieta equilibrada e prática regular de exercícios, são essenciais para reduzir a gordura acumulada no fígado. Além disso, é fundamental controlar doenças associadas, como diabetes e obesidade. Em casos mais avançados, o acompanhamento com um hepatologista pode ser necessário para orientações específicas e o uso de medicamentos.
O diagnóstico e tratamento precoces são fundamentais para evitar a progressão da esteatose hepática e possíveis complicações graves. Somente um hepatologista pode avaliar de forma abrangente a condição hepática, identificar fatores de risco individuais e propor um plano de tratamento personalizado.
Não ignore os sinais do seu corpo. Se você apresenta sintomas ou fatores de risco para a esteatose hepática, agende uma consulta médica para um diagnóstico preciso e a melhor abordagem terapêutica. Cuidar do seu fígado é fundamental para uma vida saudável e plena.