A elastografia hepática por FibroScan é uma ferramenta essencial quando falamos em manter o monitoramento da cirrose hepática, pois permite avaliar a progressão da doença de maneira não invasiva!
A cirrose é uma doença crônica capaz de comprometer o funcionamento do fígado e pode levar a complicações muito graves. Por isso, o acompanhamento contínuo é fundamental para manter um manejo adequado da saúde do paciente.
A seguir, vamos entender um pouco mais sobre a importância do monitoramento da cirrose hepática com elastografia com FibroScan. Acompanhe!
O que é a Cirrose Hepática?
A cirrose hepática é uma doença que se caracteriza pela substituição do tecido saudável do fígado por tecido cicatricial, que prejudica a sua função.
Essa condição pode ocorrer por diversos fatores, como hepatites virais (B e C), consumo excessivo de álcool, doenças metabólicas e gordura no fígado, por exemplo, além de muitas outras.
O grande problema é que, com o avanço da cirrose, o fígado perde a sua capacidade de realizar as suas funções vitais, como a produção de proteínas, a desintoxicação do sangue e a regulação do metabolismo.
Além disso, a progressão dessa condição também pode levar a complicações como hipertensão portal, ascite, encefalopatia hepática e câncer de fígado em casos mais graves.
Compreendendo a importância do monitoramento da Cirrose
Por conta de todas essas possíveis consequências da cirrose não tratada, o monitoramento constante do quadro é indispensável para preservar a saúde do paciente ao máximo.
A progressão dessa doença pode ser silenciosa em muitos dos casos. Portanto, pode não apresentar quaisquer sintomas evidentes até que a doença já esteja em um estágio mais avançado.
Por isso, é essencial manter um monitoramento contínuo para avaliar o estado do órgão. Com isso, é possível identificar possíveis agravamentos precocemente.
Assim, podemos dizer que o monitoramento frequente possibilita a adoção de estratégias terapêuticas mais eficazes, evitando complicações e melhorando a qualidade de vida do paciente.
Como a Elastografia Hepática por FibroScan ajuda no tratamento da Cirrose?
A elastografia hepática por FibroScan é um exame do fígado não invasivo que contribui medindo a rigidez do tecido hepático.
Mas qual é a importância dessa informação? Essa rigidez está diretamente relacionada ao grau de fibrose (cicatrização) presente no fígado. Desse modo, ela é um indicador fundamental para avaliar a progressão dessa condição.
Diferente da biópsia hepática, por exemplo, que necessita de um procedimento invasivo com retirada de tecido, a elastografia hepática com FibroScan é indolor, rápida e muito segura.
O exame utiliza apenas ondas de ultrassom para medir a elasticidade do fígado. Em seguida, fornece um diagnóstico preciso e completo para o médico em poucos minutos.
Vantagens da elastografia hepática com FibroScan
O uso da elastografia hepática por FibroScan conta com diversos benefícios para o diagnóstico e tratamento de casos de cirrose hepática. Por isso, é uma das escolhas mais comuns para o monitoramento desses quadros:
- Método não invasivo: não é preciso realizar punções ou sedação. Portanto, é um procedimento mais confortável para os pacientes.
- Resultados rápidos e precisos: o exame é realizado em poucos minutos e fornece dados confiáveis sobre a fibrose hepática.
- Monitoramento contínuo: permite avaliar a progressão da doença no decorrer do tempo de forma simples e rápida.
- Redução da necessidade de biópsias: em alguns casos, esse exame pode substituir a biópsia hepática.
- Aplicável a diversos estágios da doença: pode ser utilizado tanto para diagnóstico precoce, quanto para manter o acompanhamento de pacientes com cirrose avançada
Para quem o exame pode ser indicado?
De modo geral, a elastografia hepática por FibroScan é uma indicação para qualquer paciente com fatores de risco para doenças hepáticas, incluindo:
- Pacientes com hepatite B ou C;
- Pessoas com um consumo de álcool em excesso;
- Pacientes que apresentam gordura no fígado;
- Portadores de doenças metabólicas que sejam associadas à resistência à insulina;
- Pacientes com doença genética que atinja o fígado;
- Paciente em acompanhamento para transplante hepático.
Sou a Dra. Letícia Araújo Vazquez, especialista em gastroenterologia e hepatologia. Se você está enfrentando a cirrose, busca um diagnóstico preciso do seu quadro e um acompanhamento especializado para doenças hepáticas, agende aqui uma consulta.
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